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CURIOSIDADES
- ARROZ |
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O
município de Iguape ganhou o prêmio de melhor arroz do
mundo em Gênova, Itália no ano de 1916. Na época
o arroz de Iguape equivalia ao arroz plantado em todo o Vale do Ribeira.
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O
Vale do Ribeira é o maior produtor nacional de arroz moti.
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O
bolinho de arroz moti está envolvido em muitas tradições
e crenças de boa sorte, é
feito em ocasiões festivas, principalmente na véspera
de Ano Novo. Diz
a tradição que consumi-lo no primeiro dia do ano costuma
trazer sorte, fartura e longevidade. Desde tempos antigos, os japoneses,
historicamente um povo agrícola, tinham o costume de rogar
às divindades boas colheitas de seus principais cereais, (dentre
eles o arroz), no início de cada ano e os antigos acreditavam
que o fato de comer moti unia os espíritos dos cereais e dos
homens e o fato de
várias pessoas se revezam para bater o Moti (Moti Tsuki), simboliza
também o esforço de todos para que consigam a boa sorte.
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A
falta de hábito em comer bolinhos de arroz moti costuma provocar
engasgamentos, pois é muito glutinoso.
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A
combinação de motis coloridos e outros doces que encontramos
à venda nas lojas de produtos japoneses representa “a
alegria sempre presente na vida, em cada dia do ano, como se fosse
Dia de Ano Novo”. Nas tradições antigas existiam
regras na arrumação dos pratos – de doces ou de
outros, dependendo da ocasião: em festividades, um visual colorido
e ‘expansivo’; e nas missas, um visual mais sóbrio.
Incluía-se também a escolha das estampas de louças
de acordo com as estações do ano, assim como as roupas.
Mas, isso já é outra história.
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Para
preparar o Moti artesanalmente, o arroz é colocado de molho,
moído e cozido no vapor. Depois é colocado num pilão
(Ussu) e amassado com uma marreta de madeira (Kinê) esse
método tradicional reúne muitas pessoas em torno do
pilão e cada uma bate algumas vezes, simbolizando a união,
tanto no plantio, na colheita como no convívio.
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Sempre
presente na mesa do brasileiro, o arroz nosso de cada dia tem
um consumo anual - o terceiro mais elevado na América Latina
- entre 45 a 50 quilos por habitante o que sintetiza a sua importância
na agricultura. É cultivado em todos os estados.
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